Análise Cinema Oscar 2017

Crítica | Capitão Fantástico

postado por Carol Matheus

Preocupados com o que está acontecendo com o mundo Ben e sua esposa resolvem se mudar para o meio da floresta e constituir uma família. Afastados de tudo e todos, eles acreditam que estão criando seus filhos da melhor maneira possível, e que estariam dando uma educação primorosa para as crianças, que no lugar de irem para escola são educadas em casa, e tem uma educação que chega a ser mais completa do que estivessem indo para a instituição, e se tornam crianças com um grande noções de liberdade, direitos civis, e até mesmo técnicas de sobrevivência na selva, porém em contra ponto não sabem socializar com as pessoas de fora.


Capitão Fantástico traz a história dessa família não convencional de forma única e tocante, seu roteiro é muito bem desenvolvido, e funciona tanto como comédia, quanto drama, além de conter vários filmes dentro de um só e ao mesmo tempo fazer um grande levantamento  sobre a sociedade conhecemos e estamos acostumados, o filme se torna ainda mais tocante pela atuação delicadamente extraordinária de Viggo Mortensen, e de seu elenco fantástico.


Com uma trilha sonora doce e delicada, com direito a uma versão indie do clássico “Sweet Child O’ Mine”, o longa contém uma fotografia belíssima e um  ar todo especial que nos remetem à Wes Anderson, contudo o que torna Capitão Fantástico tão especial é sua lição de amor, e todo o afeto presente em sua história.

Capitão Fantástico está na corrida pelo Oscar por: Melhor Ator para Viggo Mortesen, confira os indicados. Lembrando que o Oscar 2017 será no dia 26 de fevereiro e vocês conferem em tempo real na página do Facebook do Quero Bacon.

Leia outras críticas.

Confira o trailer:

Sobre o autor

Carol Matheus

Crítica, Redatora, Social media
Apaixonada por cinema e toda sua história e composição, viciada em redes sociais, amante de fotografia analógica e uma formação baseada em séries.

Ei! Deixe seu comentário