Análise Cinema

Crítica | O Bebê de Bridget Jones

postado por Carol Matheus

Eternizada por Renée Zellweger, Bridget Jones volta à tona resolvendo mudar sua vida, a começar pela trilha sonora. Quem aqui não se lembra e ama a clássica cena da personagem cantando e chorando “All by myslef”?! Pois é, a solteirona muda o rumo de sua história, sai da melancolia, e parte para “Jump Around”.

bridget-2

Apesar de estar com seu peso ideal, e muito mais autoconfiante, a agora produtora de um programa de notícias, vive com alguns dos mesmos dilemas e com a complicação de descobrir quem é o pai do seu bebê.

bridget_jones_grosby

O terceiro filme da franquia, iniciada no início dos anos 2000, é uma adorável e divertida surpresa, que respeita os personagens, os mantendo fiel ao que eram, e ainda traz uma pegada pra galera mais jovem, com referências a festivais de música, ao filme 50 tons de cinza,o cantor pop Ed Sheeran, e aos aplicativos de paquera.

bridgetjones3fotos4

O trio vivido por Bridget (Renée), o eterno príncipe Mark Darcy (Colin Firth) e a novidade do pedaço, o milionário descolado Jack (Patrick Dempsey), tem uma ótima química e ministra a ausência do galanteador Daniel Cleaver (Hugh Grant).

bridget-jones-gallery-06

Apesar de conter alguns clichês como toda comédia romântica, O Bebê de Bridget Jones, cumpre muito bem as expectativas dos fãs da adorável e estabanada solteirona, e se mantém como uma das melhores comédias do ano.

Confira o trailer:

Saiba mais sobre Bridget Jones.

Confira outras críticas.

bridget

Sobre o autor

Carol Matheus

Crítica, Redatora, Social media
Apaixonada por cinema e toda sua história e composição, viciada em redes sociais, amante de fotografia analógica e uma formação baseada em séries.

Ei! Deixe seu comentário